Oficina traçará estratégia para formação tecnológica na Política de Inovação
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4 de setembro de 2020

A elaboração das ações e da estratégia da Política Nacional de Inovação, a ser instituída pelo Governo Federal, tem sido objeto de intenso diálogo com a sociedade por meio de um ciclo de oficinas para a Estratégia Nacional de Inovação. Como parte dessa iniciativa, o Ministério da Educação (MEC) realizará, nos dias 8 e 10 de setembro, a “Oficina de qualificação profissional por meio da formação tecnológica”. O evento, que será realizado virtualmente, está com as inscrições abertas até amanhã (04/09).

A proposta de Política Nacional de Inovação, que ainda está em fase de elaboração, prevê seis eixos para a sua implementação. O primeiro deles, que será objeto do evento, é a “ampliação da qualificação profissional por meio da formação tecnológica de recursos humanos de empresas, de Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs) e de entidades privadas sem fins lucrativos, a fim de estimular a capacidade de buscar novas estratégias e alternativas de soluções tecnológicas”. Cada um dos eixos foi abordado em eventos similares, realizados por outros ministérios.

A oficina realizada pelo MEC nos dias 08 e 10 vai ocorrer de 14h30 às 18h30. Nas duas tardes de discussões, os participantes contribuirão no processo de elaboração das matrizes estratégicas relativas ao eixo de formação tecnológica. A expectativa do MEC é reunir, no evento, profissionais e especialistas ligados ao tema, tanto de instituições públicas quanto de privadas, do setor produtivo e de instituições representativas. Para participar, os interessados devem preencher o formulário disponível no link: https://forms.gle/PGEbyXumq6CWa6NU7.

Diretrizes

No evento, as discussões serão conduzidas em seis grupos de trabalho distintos. Cada um abordará uma das diretrizes da Política Nacional vinculada ao eixo de ampliação da qualificação profissional por meio da formação tecnológica.

As diretrizes são as seguintes: a) estímulo ao interesse nas áreas de ciências exatas, agrárias, saúde, tecnologia e engenharias desde o ensino básico, especialmente entre os grupos sub-representados nas áreas, buscando a equidade de gêneros; b) revisão de currículos de ensino superior, promovendo uma abordagem mais prática, empreendedora e interdisciplinar para o desenvolvimento do empreendedorismo e da inovação; c) aproximação da produção de conhecimentos e da formação nas universidades com as demandas do setor produtivo nacional; d) estímulo às áreas de ciências exatas, agrárias, saúde, tecnologia e engenharias nos níveis técnico e superior. e) incentivo ao aumento do número de concluintes em nível superior em áreas de ciências exatas, agrárias, saúde, tecnologia e engenharias; e f) incentivo ao intercâmbio científico e tecnológico.

 

Fonte: MEC